Estudos IEDI
Indicadores de emprego e rendimento indicam um mercado de trabalho tensionado, com implicações desafiadoras para a competitividade da produção nacional.
Ainda que em ritmo insuficiente para reduzir o déficit, as nossas exportações de bens industriais aceleraram em jan-jun/26, com base em bens de média-baixa tecnologia e reação da alta, cujos embarques retomaram patamares pré-pandemia.
Reação da indústria de transformação mundial no 1º trim/26, com perfil disseminado entre as regiões, sendo Europa e América Latinas as exceções.
Este Estudo do IEDI analisa a evolução mundial e a posição do Brasil no comércio internacional por valor adicionado, a partir de indicadores tradicionais de integração nas cadeias globais de valor.
Embora não tenha crescido no 1º trim/26, ao menos a indústria de transformação se estabilizou e muito disso deveu-se ao desempenho do grupo de média-baixa tecnologia.
A trajetória da política industrial e de inovação nos EUA, de Obama a Trump II, conta com muitas continuidades, embora existam mudanças importantes de foco e de instrumentos.
Estudo realizado por Manoel Pires e Bráulio Borges indica ações de ajustamento fiscal, de modo a constituirmos um sistema fiscal mais eficiente, capaz de financiar políticas públicas de forma sustentável e de construir maior resiliência econômica para o país.
Estudo do IEDI sobre a desconcentração geográfica da indústria brasileira que procurou identificar para onde as fábricas se deslocaram nas últimas décadas.
No 1º trim/2026, o aumento do déficit da indústria de transformação foi amortecido pelo desempenho favorável das exportações de bens de alta intensidade tecnológica.
O 15º Plano Quinquenal da China coloca a modernização industrial, inovação e autossuficiência tecnológica como espinha dorsal da economia, da segurança nacional e da competitividade externa.
Evento realizado em parceria do IEDI com o Cindes, que tratou das relações entre comércio e clima no Brasil com a realização de dois painéis de debates: "Resultados da COP-30: o comércio nas negociações climáticas" e "Os desdobramentos para o Brasil na visão dos stakeholders".
Com a desaceleração da indústria brasileira provocada pela alta dos juros e relativa resiliência do setor no mundo, recuamos consideravelmente no ranking global das indústrias mais dinâmicas em 2025.
A Lei de Aceleração Industrial da União Europeia, divulgada em março, dá musculatura à política industrial europeia, reforçando o vínculo entre a indústria e as ações de descarbonização e o apoio à inovação.
Ao longo de 2025, à exceção da alta tecnologia, todas as demais faixas da indústria de transformação apontaram redução de atividade, com duas delas terminando o ano no vermelho.
A despeito do tarifaço americano, nossas exportações de bens industriais voltaram a crescer em 2025, mas sem compensar o avanço das importações, que marcou sobretudo os produtos de maior intensidade tecnológica.
Os últimos dados divulgados pela UNIDO apontam nova expansão da indústria manufatureira mundial no 3º trim/25, com leve sinal de acomodação, vindo da Ásia e da América Latina.
A indústria de transformação registrou mais um resultado negativo no 3º trim/25, mas os ramos de alta tecnologia conseguiram crescer, embora isso possa não se sustentar.
No 3º trim/25, as exportações da indústria de transformação brasileira para os EUA tiveram a perda mais intensa desde a pandemia, mas muito concentrada em bens de média e média-baixa intensidade tecnológica.
A produção manufatureira mundial apresentou destacada resiliência em meio às tensões comerciais e cresceu bem à frente da indústria brasileira.
Nos últimos anos, o gasto tributário tem crescido expressivamente, sem uma devida avaliação das desonerações e pesando sobre o equilíbrio fiscal, mas também há distorções competitivas e distributivas menos discutidas associadas a eles.
