Destaque IEDI - Divergência industrial: desempenho do Brasil e do Mundo em 2025
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Em abr/26, abre-se mais uma etapa da estratégia de desenvolvimento da China com seu 15º Plano Quinquenal.
Em 2025, a trajetória do emprego industrial se saiu melhor do que no restante do setor privado.
Em 2025, a estratégia do governo Trump de transformar tarifas de importação em “armas geoeconômicas” aprofundou o protecionismo e agravou a incerteza no mundo.
O debate sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da chamada “escala 6x1” voltou a ocupar posição central na agenda pública brasileira, a partir de propostas legislativas tanto do Senado como da Câmara.
O endividamento das famílias continuou crescendo em 2025, chegando a quase 50% da renda disponível da população em dezembro.
Em março deste ano, com o Industrial Accelerator Act (IAA), a União Europeia reforçou a musculatura de sua estratégia industrial.
Em 2025, as condições de financiamento do setor privado no Brasil se deterioraram na esteira da elevação das taxas de juros e o financiamento das empresas foi quem mais desacelerou.
O ano teve início com expansão da indústria brasileira. A alta de jan/26 chegou a +1,8% já descontados os efeitos sazonais, o que não é desprezível para o padrão recente.
O dinamismo industrial brasileiro, que havia ganhado tração em 2024, não resistiu ao quadro de elevadas taxas de juros de 2025 e voltou a se retrair.
Os dados do IBGE desta manhã confirmam o quadro de desaceleração econômica do país: estagnação do consumo das famílias e recuo expressivo dos investimentos travaram o PIB no 4º trim/25 e aprofundaram as perdas da indústria, notadamente na construção e na indústria de transformação.
