Destaque IEDI - Retrato setorial da indústria em 2022
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Estudo da McKinsey, com mais de oito mil empresas, identificou que poucas grandes empresas, em geral com estratégias arrojadas, são as principais alavancas da produtividade recente em países desenvolvidos.
Os dados de hoje do IBGE continuam apontando para um processo de esmorecimento da produção industrial do país, para o qual o IEDI vem chamando atenção desde o último trimestre do ano passado.
Na última década, além de “fábrica do mundo”, a China vem se firmando como um polo inovativo incontornável.
Estudo recente do IEDI analisa a perda de tração da indústria brasileira neste início de ano, segundo a intensidade tecnológica de seus ramos, a partir de metodologia difundida pela OCDE. Trata-se de um exercício que poucos fazem regularmente como o IEDI.
Em 2025, alta das taxas de juros, desajuste fiscal e incertezas devido à guerra comercial no mundo estão prejudicando o desempenho da nossa indústria.
Embora não faltem especulações sobre ganhadores e perdedores do aumento de tarifas comercias pelos EUA, o certo é que o agregado da economia mundial sairá perdendo.
Os dados mais recentes da indústria, divulgados hoje pelo IBGE, para o mês de abr/25 reforçam os sinais de perda de tração registrados no 1º trim/25.
Sob o peso do aumento sucessivo das taxas de juros no país, o PIB da indústria de transformação foi o que pior se saiu no 1º trim/25 entre as diferentes atividades econômicas.
Em comparação com o início do ano passado, todos os grandes setores da economia assinalaram moderação de seu ritmo de crescimento no 1º trim/25, sintoma da elevação da taxa de juros que vem sendo feita pelo Banco Central.
O setor industrial foi uma das alavancas da aceleração do emprego no total do setor privado em 2024, refletindo a melhora do desempenho da produção no período.