• SOBRE O IEDI
    • ESTUDOS
      • CARTA IEDI
        • ANÁLISE IEDI
          • DESTAQUE IEDI
            • IEDI NA IMPRENSA
              55 11 5505 4922

              instituto@iedi.org.br

              • HOME
              • SOBRE O IEDI
                • ESTUDOS
                  • CARTA IEDI
                    • ANÁLISE IEDI
                      • DESTAQUE IEDI
                        • IEDI NA IMPRENSA

                          Carta IEDI

                          Edição 1348
                          Publicado em: 20/02/2026

                          A desaceleração industrial de 2025

                          Sumário

                          O ano de 2025 terminou com a indústria brasileira de volta ao vermelho no último trimestre, freada sobretudo pelos ramos produtores de bens de capital e de consumo duráveis, refletindo claramente o peso da conjuntura de elevadas taxas de juros sobre o setor. Conjuntura esta que adentra 2026 sem nenhuma alteração, dada a manutenção da Selic em 15% ao ano na reunião do COPOM de jan/26.

                          O resultado no acumulado de 2025 foi de +0,6%, completando assim três anos seguidos de sinal positivo no setor, algo que não ocorria desde 2006-2008, ou seja, há quase vinte anos. Não obstante, é nítido o contraste com o ritmo de crescimento de 2024, que foi de +3,1%. Para um setor que segue 13% abaixo do nível de produção de 2013 (anterior à crise de 2014-2016) esta inflexão é bastante decepcionante.

                          É importante notar, ainda, que não fosse o ramo extrativo (+4,9%), estimulado pela produção de petróleo, o desempenho teria sido pior. Tomada apenas a indústria de transformação, que exclui o referido ramo, a produção encolheu -0,2% no acumulado jan-dez/25.

                          Ademais, o desempenho total do ano esconde uma trajetória de rápida perda de dinamismo, levando o último trimestre a um quadro de contração. Isso interrompeu a trajetória positiva que o setor vinha sistematicamente apresentando desde o final de 2023.

                          No 1º trim/25, a produção da indústria geral ainda crescia a um ritmo razoável, de +2%, mas terminou o ano em -0,5% no 4º trim/25. Novamente, na indústria de transformação o freio foi mais intenso: de +2,6% para -1,9%, respectivamente.

                          Entre os quatro macrossetores, três perderam produção no último quarto do ano. Destaca-se a inflexão daqueles ramos mais sensíveis às taxas de juros, que reúnem a produção de bens de capital e bens de consumo duráveis. Em seu agregado, a alta de +6,1% no 1º trim/25 deu lugar a uma retração de -3,9% no 4º trim/25. Bens menos sensíveis aos juros registraram +0,5% no último trimestre.

                          O IEDI fez um levantamento bastante desagregado da indústria, somando noventa segmentos, além do ramo extrativo. No 4º trim/25, a parcela deles com quedas intensas não foi desprezível: chegou a 14% do total com variações negativas de dois dígitos. Biocombustíveis e a fabricação de caminhões e ônibus foram os piores casos. Avanços de dois dígitos, por outro lado, representaram apenas 6% do total de segmentos.

                          A produção de bens de capital concentrou muito dos efeitos negativos do aumento dos juros. Sua produção saiu de +4,5% para -5,0% do primeiro ao último trimestre de 2025. No total do ano, também ficou no vermelho (-1,5%), depois de uma alta de +9% em 2024.

                          Bens de capital para transporte (-12,9% no 4º trim/25), devido sobretudo à produção de caminhões e ônibus como mencionado anteriormente, estiveram entre as piores performances, seguidos por bens de capital para energia (-5,8%) e de uso misto (-2,6%).

                          Já o revés em bens de consumo duráveis foi ainda maior. No início de 2025 seguiu se expandindo a um ritmo de dois dígitos (+11,2% no 1º trim.), mas chegou ao último trimestre com declínio de -3,0%. 

                          A produção de veículos leves assegurou o crescimento da primeira metade do ano, contribuindo para que no acumulado jan-dez/25 o agregado de bens de consumo duráveis não ficasse no vermelho (+2,5% ante +10,7% em 2024), o que não se sustentou posteriormente. No segundo semestre a produção de veículos caiu -1,4%, sendo acompanhada por eletrodomésticos (-5,1%) e móveis (-5,7%).

                          Em semi e não duráveis, o mercado de trabalho aquecido foi um fator positivo importante, embora não tenha mitigado totalmente outros condicionantes adversos. Ao todo, houve queda de -1,7% em 2025, com certa reação no último trimestre (+0,7%).

                          Impactos diferidos de fatores climáticos sobre a produtividade canavieira do centro sul, entre outras causas, reduziram a produção de etanol, impactando o ramo de combustíveis (-9% em jan-dez/25). Esta foi a maior contribuição negativa. Têxteis, vestuário e calçados também não se saíram bem.

                          Neste contexto de desaceleração, bens intermediários que fornecem insumos para o restante da indústria, deixaram se mostrar resiliência como vinham mostrando em 2025 e registraram -0,7% no último trimestre. Influenciaram esta reversão insumos para construção civil (-4,3%) e para a automobilística (-3,3%), derivados de petróleo (-8,6%) e defensivos agrícolas (-11,4%).

                          Para 2026, a expectativa de que a taxa Selic siga elevada (+12,25% a.a., segundo o boletim Focus/BC) não traz boas perspectivas. O grau de incerteza em torno das eleições também não deve ajudar. Muito provavelmente, a indústria terá, então, mais um ano morno.

                          Por outro lado, há mitigadores, como os investimentos em infraestrutura já “contratados” nas concessões e o quadro de baixo emprego, além de ações pontuais, a exemplo do programa Move Brasil, para renovação da frota de caminhões.

                          Resultados da Indústria

                          A produção industrial brasileira encerrou o ano de 2025 com queda de -1,2% no mês de dez/25 frente ao índice de nov/25 na série com ajuste sazonal, após apontar variação negativa de -0,2% no mês imediatamente anterior.

                           

                          Em relação ao índice do mesmo mês de 2024, na série sem ajuste sazonal, o total da indústria avançou +0,4% em dez/25 e interrompeu dois meses consecutivos de taxas negativas: nov/25 (-1,4%) e out/25 (-0,5%). Dessa forma, a indústria brasileira fechou o 4º trim/25 com queda (-0,5%), enquanto no acumulado do 2º sem/25 teve variação nula (0,0%), ambas as comparações contra igual período do ano anterior. 

                           

                          No acumulado do ano de 2025, a atividade industrial cresceu apenas +0,6% frente ao ano anterior, após alta de +3,1% em 2024 e +0,1% em 2023. 

                           

                          O recuo de -1,2% da atividade industrial na passagem de nov/25 para dez/25 (série com ajuste sazonal) foi puxado pelos resultados negativos em todos os quatro macrossetores. Bens de capital (-8,3%) e bens de consumo duráveis (-4,4%) assinalaram as taxas negativas mais acentuadas do mês, seguidos por bens intermediários (-1,1%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,7%). 

                           

                          Na comparação mês/mesmo mês do ano anterior, o acréscimo de +0,4% da indústria total em dez/25 foi puxado por apenas um macrossetor: bens de consumo semi e não duráveis (+5,0%). Por outro lado, as categorias de bens de capital (-7,5%), bens de consumo duráveis (-3,5%) e bens intermediários (-0,9%) assinalaram as taxas negativas nesse mês.

                           

                          O macrossetor produtor de bens de consumo semi e não duráveis mostrou variação positiva de +5,0% em dez/25, devido aos resultados nos grupamentos de não duráveis (+15,6%), alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (+4,4%), alimentos e bebidas básicos para consumo doméstico (+45,8%) e carburantes (+0,1%). Por outro lado, o grupamento de semiduráveis (-1,9%) apontou o único resultado negativo.

                          Os bens de capital recuaram – 7,5% em dez/25 frente a igual período do ano anterior, a sétima taxa negativa consecutiva neste tipo de comparação. O segmento foi influenciado pelo recuo observado no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-15,8%), de uso misto (-12,0%), para energia elétrica (-7,7%) e para fins industriais (-1,4%). Por outro lado, os subsetores de bens de capital para construção (+29,6%) e agrícolas (+11,7%) assinalaram os impactos positivos.

                           

                          O setor de bens de consumo duráveis, por sua vez, decresceu -3,5% em dez/25 frente a dez/24, a segunda taxa negativa consecutiva. Para esse resultado, destaca-se a influência negativa dos setores produtores de eletrodomésticos da “linha marrom” (-15,8%), automóveis (-0,9%), motocicletas (-3,7%) e pelos grupamentos de outros eletrodomésticos (-11,9%) e de móveis (-8,7%). Por outro lado, o principal impacto positivo veio da maior produção de eletrodomésticos da “linha branca” (+1,8%).

                          Ainda na comparação com dez/24, os bens intermediários tiveram recuo de -0,9%. O resultado foi explicado pelos recuos da produção de produtos químicos (-9,8%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,7%), metalurgia (-4,5%), produtos de metal (-6,5%), produtos têxteis (-12,5%), máquinas e equipamentos (-8,9%), celulose, papel e produtos de papel (-2,6%) e produtos de minerais não metálicos (-1,9%), enquanto produtos alimentícios (+3,0%) e produtos de borracha e de material plástico (+5,1%) assinalaram as variações positivas.

                           

                          Em bases trimestrais, o setor industrial assinalou queda de -0,5% no período out-dez/25, interrompendo a trajetória positiva iniciada no 4º trim/23 (+1,1%), todas as comparações contra igual período do ano anterior. 

                          O movimento de menor dinamismo na passagem do 3º trim/25 (+0,5%) para o 4º trim/25 (-0,5%) foi verificado em três dos quatro macrossetores: bens intermediários (de +2,4% para -0,7%), bens de capital (de -2,5% para –5,0%) e bens de consumo duráveis (de -1,7% para -3,0%), enquanto o segmento de bens de consumo semi e não duráveis (de -3,0% para +0,7%) foi o único que apontou ganho e interrompeu dois trimestres consecutivos de resultados negativos.

                          No acumulado do ano de 2025, o setor industrial teve avanço de +0,6%, com resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas, com maior dinamismo para os bens de consumo duráveis (+2,5%) e bens intermediários (+1,5%). Por outro lado, os setores produtores de bens de consumo semi e não duráveis (-1,7%) e de bens de capital (-1,5%) assinalaram as taxas negativas.

                          Por dentro da Indústria de Transformação

                          A produção do total da indústria brasileira assinalou queda de -1,2% em dez/25 frente a nov/25 na série livre dos efeitos sazonais. Neste mês, a indústria de transformação recuou -1,9% nesta comparação, enquanto a produção da indústria extrativa avançou +0,9%.

                          Na comparação com dez/24, o resultado de +0,4% da indústria geral foi puxada pela indústria extrativa, que teve alta de +7,0%, sendo que a indústria de transformação apontou queda de -1,0%. No acumulado de 2025, o resultado de +0,6% na indústria geral, deveu-se pelo desempenho do ramo extrativo (+4,9%), visto que a indústria de transformação recuou -0,2% no mesmo período.

                           

                          No resultado frente a nov/25, com ajuste sazonal, observa-se predomínio de taxas negativas, alcançando 17 dos 25 ramos pesquisados. Entre as atividades, as influências negativas mais importantes na indústria de transformação foram assinaladas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,7%), produtos químicos (-6,2%) e metalurgia (-5,4%). 

                          Por outro lado, entre as atividades que mostraram avanço na produção, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+5,4%) exerceu o principal impacto na média da indústria, seguida por produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+6,7%).

                          Na comparação com mesmo mês de 2024, o setor industrial assinalou variação de +0,4% em dez/25, com resultados positivos em 10 dos 25 ramos, 33 dos 80 grupos e 47,3% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que dez/25 (22 dias) teve 1 dia útil a mais que igual mês do ano anterior (21). 

                          Entre as atividades, as principais influências positivas na indústria de transformação foram registradas por produtos alimentícios (+5,5%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+28,6%), produtos de borracha e de material plástico (+4,7%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (+9,7%), produtos diversos (+11,0%), máquinas e equipamentos (+2,4%) e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (+6,3%). 

                          Por outro lado, ainda na comparação com dez/24, entre as atividades que apontaram redução na produção, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,6%), produtos químicos (-7,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,0%) exerceram as maiores influências negativas. 

                          No índice acumulado para jan-dez/25, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial assinalou avanço de + 0,6%, com resultados positivos em 15 dos 25 ramos, 42 dos 80 grupos e 49,6% dos 789 produtos pesquisados. 

                          Entre as atividades, as principais influências positivas foram: produtos alimentícios (+1,5%), máquinas e equipamentos (+5,0%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (+9,6%), metalurgia (+1,6%), produtos têxteis (+5,6%), produtos químicos (+1,0%), produtos de borracha e de material plástico (+1,5%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+2,3%). 

                          Por outro lado, entre as atividades que apontaram redução na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (- 5,3%) exerceu a maior influência negativa, seguida por bebidas (-2,6%), produtos de metal (-2,2%), produtos de madeira (-6,0%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-3,1%).

                           

                          Utilização de Capacidade

                          A utilização da capacidade instalada da indústria de transformação, acordo com a série da FGV com ajustes sazonais, ficou praticamente estável (+0,1 p.p.) na passagem de nov /25 para dez/25, registrando patamar de 79,9%. Em jan/26, a capacidade instalada apresentou avanço de +1,3 p.p., ficando em 81,3%.

                           

                          De acordo com os dados da CNI, a utilização da capacidade instalada recuou -0,4 p.p. entre novembro e dezembro de 2025 (76,8%), considerando os dados livres de efeitos sazonais. Na comparação entre dez/24 e dez/25, essa variável registrou decréscimo de -2,7 pontos percentuais.

                           

                          Estoques

                          De acordo com os dados da Sondagem Industrial da CNI, o indicador da evolução dos estoques de produtos da indústria total ficou em 48,4 pontos em dez/25, recuando -1,1 ponto frente a nov/25. No caso do segmento da indústria de transformação, o indicador da CNI foi de 49,5 pontos em nov/25 para 48,4 pontos em dez/25. A indústria extrativa também recuou, porém em maior medida que a indústria de transformação (-2,3 p.p, 46,4 pontos) no mesmo período.

                          Para a indústria geral, o indicador de satisfação dos estoques ficou estável, indo de 50,7 pontos em nov/25 para 50,6 pontos em dez/25, sinalizando que os estoques estão maiores que o desejado. Cabe lembrar que o nível de equilíbrio é de 50,0 pontos, visto que acima desse valor há excesso de estoques e abaixo dele, estoques menores do que o desejado. No caso do setor extrativo e no caso da indústria de transformação, o indicador de satisfação registrou 48,0 pontos e 50,7 pontos, respectivamente.

                          Em dez/25, 32% dos ramos industriais apresentaram estoques maiores do que o planejado (acima de 50 pontos), mesmo resultado do mês anterior. Entre os ramos acima de 50 pontos em dez/25 destacaram-se: couros (58,3 pontos), calçados (56,7 pontos), celulose e papel (56,4 pontos), têxteis (56,1 pontos), biocombustíveis (53,3 pontos), alimentos (52,0 pontos) e farmacêuticos (51,8 pontos). 

                          Por outro lado, ficaram abaixo e mais distantes do equilíbrio os seguintes ramos: bebidas (38,5 pontos), impressão e reprodução (40,0 pontos), produtos diversos (41,7 pontos), madeira (46,7 pontos) e vestuário (46,9 pontos). 

                           

                          Confiança e Expectativas

                          O Índice de Confiança do Empresário da Indústria de Transformação da CNI registrou 48,5 pontos em jan/26, crescendo 0,5 p.p. frente a dez/25. Na passagem de dez/25 para jan/26, o componente referente às expectativas em relação ao futuro foi de 50,9 para 51,4 pontos, ficando na zona de otimismo. O componente que capta a percepção dos empresários quanto a evolução presente dos negócios, também cresceu (+0,2 p.p.), porém mantendo-se na região pessimista (44,0 pontos).

                           

                          O Índice de Confiança da Indústria de Transformação (ICI) da FGV cresceu +3,5 p.p na passagem de dez/25 para jan/26, registrando 96,1 pontos, ficando ainda na região de pessimismo, ou seja, abaixo de 100 pontos.

                          O resultado de jan/26 foi influenciado pela alta do seu componente referente às avaliações atuais, que passou de 92,3 pontos para 96,4 pontos em jan/26, e do índice das expectativas futuras, que foi de 93,0 pontos para 95,7 pontos.

                           

                          Outro indicador utilizado para avaliar a perspectiva do dinamismo da indústria é o Purchasing Managers’ Index – PMI Manufacturing, calculado pela consultoria Markit Financial Information Services. Em dez/25, ficou em 47,6 pontos, avançando para 48,1 pontos em jan/26, indicando pequena melhora do quadro de negócios do setor.

                           

                          IMPRIMIR
                          BAIXAR

                          Compartilhe

                          Veja mais

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1354 - A balança comercial em 2025, o tarifaço dos EUA e perspectivas do Acordo Mercosul-UE
                          Publicado em: 30/03/2026

                          Em 2025, dois temas marcaram o comércio exterior brasileiro: a imposição de tarifas pelos EUA, que não impediu que aumentássemos exportações, e a assinatura do acordo Mercosul-UE, um importante avanço que reforça a necessidade da agenda de competitividade para o Brasil.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1353 - Redução de jornada de trabalho: entre anseios e possibilidade
                          Publicado em: 27/03/2026

                          Descuido do Brasil na criação de condições para uma trajetória superior da produtividade impõe ônus para atender os anseios populares de redução da jornada de trabalho.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1352 - Ambição industrial europeia: um novo capítulo com o Industrial Accelerator Act 2026
                          Publicado em: 20/03/2026

                          A Lei de Aceleração Industrial da União Europeia, divulgada em março, dá musculatura à política industrial europeia, reforçando o vínculo entre a indústria e as ações de descarbonização e o apoio à inovação.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1351 - A indústria em jan/26: reação, mas com fragilidades
                          Publicado em: 16/03/2026

                          Para a indústria nacional, 2026 começou com aumento de produção com razoável intensidade, mas mesmo assim não suficiente para anular integralmente as adversidades do final de 2025. 

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1350 - Juros altos e restrições ao financiamento corporativo em 2025
                          Publicado em: 13/03/2026

                          Em 2025, as condições de financiamento do setor privado no Brasil se deterioraram na esteira da elevação da Selic, ocasionando menor expansão do crédito bancário às empresas e redução das emissões de títulos de dívida corporativa.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1349 - Perdendo fôlego: o quadro indústria do Brasil em 2025 por intensidade tecnológica
                          Publicado em: 06/03/2026

                          Ao longo de 2025, à exceção da alta tecnologia, todas as demais faixas da indústria de transformação apontaram redução de atividade, com duas delas terminando o ano no vermelho.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1347 - Avanço exportador, mas piora da balança da indústria em 2025
                          Publicado em: 13/02/2026

                          A despeito do tarifaço americano, nossas exportações de bens industriais voltaram a crescer em 2025, mas sem compensar o avanço das importações, que marcou sobretudo os produtos de maior intensidade tecnológica.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1346 - Megatendências globais e a importância da indústria na superação dos desafios
                          Publicado em: 06/02/2026

                          A UNIDO aborda os desafios e oportunidades que se apresentam aos países em desenvolvimento no contexto de cinco megatendências que estão remodelando a indústria global.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1345 - Expansão industrial no Mundo e desaceleração no Brasil
                          Publicado em: 22/01/2026

                          Os últimos dados divulgados pela UNIDO apontam nova expansão da indústria manufatureira mundial no 3º trim/25, com leve sinal de acomodação, vindo da Ásia e da América Latina.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1344 - Inovação e Atualização da Política Industrial no Mundo
                          Publicado em: 16/01/2026

                          A OCDE examina a convergência de tecnologias emergentes e abordagens ecossistêmicas na política industrial, destaca a importância de visão estratégica e da experimentação de políticas públicas.

                          INSTITUCIONAL

                          Quem somos

                          Conselho

                          Missão

                          Visão

                          CONTEÚDO

                          Estudos

                          Carta IEDI

                          Análise IEDI

                          CONTATO

                          55 11 5505 4922

                          instituto@iedi.org.br

                          Av. Pedroso de Morais, nº 103
                          conj. 223 - Pinheiros
                          São Paulo, SP - Brasil
                          CEP 05419-000

                          © Copyright 2017 Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. Todos os direitos reservados.

                          © Copyright 2017 Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.
                          Todos os direitos reservados.