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                          Carta IEDI

                          Edição 179
                          Publicado em: 28/10/2005

                          A Diminuição da Rotatividade do Trabalho: Sinal da Modernização Industrial?

                          Sumário

                          A taxa de rotatividade na indústria é um dado conjuntural pouco analisado, apesar da sua relevância e da existência de pesquisas estatísticas sistemáticas, a exemplo da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES) do IBGE, cujas informações são aqui discutidas. A importância desse indicador reside no fato do mesmo sinalizar mudanças no mercado de trabalho.

                          A taxa de rotatividade da mão-de-obra na indústria é uma medida do fluxo de pessoas admitidas e desligadas no mercado de trabalho industrial mensalmente. Indica, assim, o quanto o mercado de trabalho da indústria está aquecido no curto prazo. Quando o mercado de trabalho se aquece, aumenta o número de desligamentos voluntários, pois os trabalhadores procuram trocar de emprego em busca de uma maior remuneração. Este maior fluxo de trabalhadores, entrando e saindo das empresas, eleva a taxa de rotatividade. Em períodos recessivos, ao contrário, diminuem tanto as contratações como os desligamentos voluntários, e elevam-se as demissões por iniciativa do empregador.

                          O primeiro dado que desponta na análise da indústria brasileira, consiste no fato do aquecimento do mercado de trabalho industrial em 2004, contrariamente ao esperado, não ter elevado a taxa de rotatividade. Uma possível explicação para isto pode estar na modernização de alguns setores industriais e em aumentos de salários, o que abrangeu quase toda a indústria. Isso contribuiu para diminuir as trocas de emprego. Acresça-se que na primeira metade do corrente ano a taxa de rotatividade começou a se elevar, apesar da evolução do emprego já ter perdido dinamismo.

                          Em termos setoriais, a taxa de rotatividade tende a ser mais elevada nos segmentos industriais com produção marcadamente sazonal, portanto com maiores fluxos de admissões e desligamento, e nos setores tradicionais, na medida em que estes requerem menor qualificação da mão-de-obra. Inversamente, os setores mais modernos tecnologicamente tendem a ter menor rotatividade, pois empregam de mão-de-obra mais qualificada, pagam melhores salários e oferecem um atrativo mercado de trabalho interno a seus empregados.

                          Por atividade industrial, observou-se que várias delas registraram diminuição das taxas de rotatividade ao longo dos primeiros anos da presente década (2001 a 2004). Essa evolução foi bem nítida em Têxtil e em Coque, refino de petróleo e álcool, tendo se apresentado também, embora em menor intensidade, em Calçados e couro, Papel e gráfica e Produtos químicos. Esses movimentos podem sugerir que esses setores passaram por um processo de modernização tecnológica, reduzindo a rotatividade de pessoal.

                          Nos últimos quatro anos a média mensal da taxa de rotatividade da indústria foi de 2,8%, variando muito pouco de ano para ano. Em setores cuja produção é marcada por fatores sazonais, como Fumo e Coque, refino de petróleo e álcool, as taxas de rotatividade médias no período foram, respectivamente de 3,8% e 3,3%. No extremo oposto, as menores taxas de rotatividade ficaram com Fabricação de meios de transporte, seguida pela Metalurgia básica, ambas com 1,4%.

                          No recorte regional, as maiores taxas de rotatividade (média 2001-2004) foram as das regiões Norte e Centro-Oeste (3,8%) e Sul (3,2%). Na primeira, tende a pesar o relativo atraso da região e, na segunda, a importância da agroindústria. A menor taxa (2,4%) ficou com o Sudeste, região mais desenvolvida em termos comparativos, e onde a agroindústria tem seu peso diluído.

                          É interessante notar que a região Nordeste diminuiu significativamente suas taxas de rotatividade ao longo dos últimos quatro anos. De fato, em 2001, a taxa do Nordeste se situava acima da média Brasil (3,1% e 2,9%, respectivamente) e já em 2003 registrava taxa abaixo da média nacional (2,4% e 2,7%). Uma explicação para esse resultado pode ser a modernização industrial na região. A redução da rotatividade nesta região ocorreu tanto em setores “tradicionais” que receberam indústrias do Sul   Têxtil, Vestuário e Calçados e couro – como em segmentos “modernos”, como Papel e gráfica, Produtos químicos e Máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos e comunicações.

                          Cumpre frisar uma evidência de relevo a que chegamos: há indícios de que os níveis de taxas de rotatividade estejam se alterando e que esse fenômeno pode ser resultado da modernização da indústria no passado recente, em especial a situada na região Nordeste.

                          Leia mais sobre o tema no texto abaixo e no estudo completo no site do IEDI.

                          A taxa de rotatividade. A taxa de rotatividade na indústria é uma estatística conjuntural pouco tratada, apesar da disponibilidade de dados. É um indicador importante para sinalizar mudanças no mercado de trabalho e, portanto, deve ser objeto de análise sistemática. Existem duas bases de dados oficiais para se estudar o tema: as do Ministério do Trabalho e as do IBGE, a saber, a Pesquisa Industrial Mensal de Dados Gerais (PIM-DG) e sua sucedânea, a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES). O foco da presente análise se encontra na PIMES.

                          A taxa de rotatividade é medida por uma relação na qual o numerador é o mínimo entre as admissões e desligamentos ocorridos no mês e o denominador é o total de pessoal ocupado assalariado no mês imediatamente anterior, sendo o resultado dessa razão multiplicado por 100. Portanto, representa o número de substituídos em relação ao total de trabalhadores.

                          A taxa de rotatividade tende a ser mais elevada nos setores industriais com produção marcadamente sazonal, portanto com maiores fluxos de admissões e desligamento, e nos setores tradicionais. Nestes últimos, por terem maior presença de pequenas e médias empresas, salários médios mais baixos e menor qualificação da mão-de-obra, os trabalhadores são facilmente substituíveis. Estes, por outro lado, devido às condições de trabalho menos satisfatórias, tendem a trocar de emprego com maior freqüência. Inversamente, os setores mais modernos tecnologicamente são mais frequentemente os de menor rotatividade, pois se utilizam de mão-de-obra mais qualificada, pagam melhores salários e oferecem um atrativo mercado de trabalho interno aos seus empregados.

                          O comportamento da rotatividade tende a ser pró-cíclico, aumentando o número de desligamentos voluntários quando o mercado de trabalho se aquece, pois os trabalhadores procuram trocar de emprego em busca de uma maior remuneração. Este maior fluxo de trabalhadores, entrando e saindo das empresas, deve elevar a taxa de rotatividade. Inversamente, em períodos recessivos diminuem tanto as contratações como os desligamentos voluntários, apesar da elevação das demissões por iniciativa do empregador. Esta última é uma fase onde os movimentos de entrada e saída de empregos é menor. Em suma, como a taxa de rotatividade é determinada pelo seu numerador, que é o menor valor entre admissões e desligamentos, esta se eleva quando a economia ascende, devido ao crescimento das demissões que são principalmente voluntárias. Na recessão, a taxa cai, devido à contração das admissões. Como será visto, o pequeno aquecimento do mercado de trabalho industrial em 2004, contrariamente ao esperado, não elevou a taxa de rotatividade.

                          Na análise da taxa de rotatividade deve se considerar o fato de que quase sempre as admissões não repõem os desligamentos e vice-versa. Isso implica dizer que admissões e desligamentos ocorrem, em geral, em empresas diferentes (mesmo que do mesmo setor de atividade ou unidade da federação), ou mesmo em ocupações diferentes. Exemplificando: se são admitidas, digamos, 5 pessoas na parte administrativa de uma empresa e desligadas 10 da linha de produção, da mesma unidade produtiva ou de outra, não está havendo, na prática, uma simples substituição de 5 funcionários (que é o menor valor entre as admissões e desligamentos), mas um rearranjo em termos de quantidade e de qualidade de empregos gerados. Mas isso não pode ser identificado pela fórmula adotada. Para que não houvess esse tipo de problema, teriam de ser estimadas taxas de rotatividade por tipo de ocupação.

                          As taxas de admissão e desligamento representam, respectivamente, a relação entre os admitidos e desligados no mês e o pessoal ocupado assalariado no mês imediatamente anterior, sendo ambas as frações também multiplicadas por 100. A menor dessas taxas é, como vimos, a taxa de rotatividade.

                          Características estruturais e evolução anual da taxa de rotatividade. A taxa de rotatividade tende a ter um valor baixo porque o emprego se move muito lentamente   tanto as admissões quanto os desligamentos no mês representam um montante baixo frente ao total dos trabalhadores empregados. Há vários motivos para isso. Há custos nos desligamentos (ex: custos trabalhistas) e nas admissões (ex: seleção e treinamento) e por isso, o ajuste da força de trabalho frente a mudanças na conjuntura econômica tende a recair, no primeiro momento, sobre o número de horas trabalhadas/ jornada de trabalho (ex: variação das horas extras, férias coletivas). Só quando as perspectivas econômicas estão mais definidas é que as empresas fazem o ajuste no nível do emprego, contratando ou demitindo.

                          Como mostram os dados da tabela abaixo, considerando a indústria geral no período de 2001-2004, a média da taxa de rotatividade foi de 2,8%, variando muito pouco, entre um máximo de 2,9% apurada nos anos de 2001 e 2003 e um mínimo de 2,7% em 2004.

                          Setores. A análise dos dados da tabela permite constatar ainda que para vários setores industriais ocorreu queda da taxa média anual de rotatividade. Essa evolução é nítida em Têxtil e em Coque, refino de petróleo e álcool, tendo sido verificada também, embora em menor intensidade, em Calçados e couro, Papel e gráfica e Produtos químicos. Apesar do período de análise não ser longo (4 anos), uma possível explicação para a redução na taxa de rotatividade pode estar na modernização desses setores. Por exemplo, em Calçados e couro há indicações de que os segmentos exportadores ganharam espaço – pelo menos até a retração do setor em 2005, causada pela excessiva valorização do Real  , o que leva à elevação da qualificação da mão-de-obra e dos níveis salariais e, por derivação, à queda da taxa de rotatividade. Nesse setor, em particular, o salário médio, segundo a Pesquisa Industrial Anual (2003/2001) e a PIMES (2004/2001), está evoluindo acima da média da indústria.

                          A taxa de rotatividade varia setorialmente em função principalmente de dois fatores: a sazonalidade e a qualificação da mão-de-obra. Setores cuja produção é marcadamente sazonal, perfilam, em geral, entre os de mais elevada taxa de rotatividade. No caso da indústria, duas das três maiores taxas de rotatividade registradas entre 2001e 2004, foram de setores fortemente sazonais (Fumo e Coque, Refino de petróleo e álcool). Fumo apresentou taxa de 3,8% contra 2,8% da média da indústria nos últimos 4 anos e Coque, Refino de petróleo e álcool teve taxa média de 3,3%. Notar que em ambos os casos o que determina a sazonalidade da produção industrial é a sazonalidade da produção agrícola, respectivamente da folha de fumo e da cana-de-açúcar.

                          O padrão sazonal de Fumo, por ser exclusivamente um setor agroindustrial, é bem diferente do da indústria geral. Isso é menos nítido em Coque, Refino de petróleo e álcool, que é um segmento híbrido, que inclui tanto agroindústria da cana-de-açúcar (produção de álcool), quanto indústrias que nada tem a ver com a agricultura (refino de petróleo).

                          O setor de Alimentos e bebidas, apesar de seu forte componente agroindustrial, encontra-se em quinto lugar entre as maiores taxas de rotatividade da indústria, fato este provavelmente relacionado às características do setor, que inclui a indústria alimentar, que já está distante da atividade primária, e agroindústrias relacionadas a diferentes produtos da agropecuária, com distintos padrões de sazonalidade.

                          É visível um padrão de evolução da taxa de rotatividade na indústria geral que ocorre ao longo do ano (gráfico abaixo). No segundo semestre e, em especial, no final do ano, a indústria aumenta seu nível de produção para atender as encomendas de Natal. Logo, há muitas admissões e poucos desligamentos. Portanto, os desligamentos são o numerador da fração e a taxa de rotatividade é mais baixa. No primeiro semestre ocorre movimento inverso.

                          Fonte: IBGE-PIMES.

                          Outro fator a influenciar o nível da taxa de rotatividade é a qualificação da mão-de-obra que está relacionada a vários fatores, como níveis salariais, existência de mercados internos, peso das grandes empresas no setor e grau de modernização do setor industrial. Conforme se verifica nos próximos gráficos, excetuando os setores de Fumo e Coque, refino de petróleo e álcool (em que o componente sazonal é muito presente), verifica-se uma esperada relação inversa entre, de um lado, produtividade e níveis salariais (gráfico seguinte), e, de outro, níveis de taxas de rotatividade.

                          Setores com maior percentual de mão-de-obra qualificada apresentam baixa rotatividade. Os desligamentos tendem a ser relativamente mais baixos, pois a empresa tende a reter funcionários mais qualificados. Ao mesmo tempo as contratações são relativamente poucas porque os salários e as exigências são maiores.

                          Fonte: IBGE-PIMES e PIA.

                          Fonte: IBGE-PIMES e PIA.

                          Regiões. Em termos regionais, observa-se que as maiores taxas de rotatividade (média 2001-2004) verificaram-se nas regiões Norte e Centro - Oeste (3,8%) e Sul (3,2%). No primeiro caso, o avanço industrial relativamente menor da região é o fator que deve pesar; no segundo, a importância da agroindústria é determinante. A menor taxa (2,4%) ficou com o Sudeste, região de maior avanço industrial relativo e onde a agroindústria tem seu peso diluído dada a importância de outros setores. È interessante notar a significativa redução que vem ocorrendo ao longo dos últimos quatro anos na taxa média de rotatividade da região Nordeste. Em 2001 se situava acima da média Brasil e já em 2003 registrava taxa abaixo da média nacional. Uma explicação pode ser a modernização da indústria na região.

                          A tabela acima e a próxima dão novas indicações desse movimento de modernização industrial no Nordeste. Como se pode observar, considerando a taxa média de rotatividade do período 2001-2004, em várias atividades, esta região apresentou os mais baixos níveis do país,. Esse é o caso tanto de setores “tradicionais” que receberam indústrias do Sul   Têxtil, Vestuário e Calçados e couro – como de segmentos “modernos” como Papel e gráfica, Produtos químicos e Máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos e comunicações. Todos os setores citados, exceto Papel e gráfica, tiveram no acumulado 2002-2004, aumento da folha de pagamento média real acima da média da indústria. No caso de Têxtil as taxas de rotatividade foram decrescentes ao longo do tempo e em Calçados e couro observou-se uma queda de patamar em 2003, pois em 2001-2002 a taxa estava em 2,5 e depois (2003-2004) passou para 1,9.

                          No que tange às demais regiões, cabem os seguintes destaques:

                          • No Sudeste, a diminuição sistemática dos índices de rotatividade de Têxtil e Madeira;

                          • No Sul, as consecutivas quedas na taxa de rotatividade em Papel e gráfica e elevações em Madeira e Coque, refino de petróleo e álcool.;

                          • No Norte e Centro – Oeste, os decréscimos em Calçados e couro e Produtos químicos e elevação em Alimentos e bebidas, Fumo e Papel e gráfica.

                          Taxas de rotatividade, de admissão e de desligamento. A análise a seguir da taxa de rotatividade é feita considerando as taxas de admissão e de desligamento. Devido a sua forma de cálculo, a taxa de rotatividade tem seu valor médio anual próximo (mas não idêntico) ao mínimo entre a taxa de admissões e de desligamentos (Tabela 8). A coincidência nunca é total porque em alguns meses a taxa de rotatividade é igual a de admissões e, em outros, a de desligamento.

                          Como era de se esperar, Fumo e Coque, refino de petróleo e álcool se destacaram pelas mais elevadas taxas de admissões e desligamentos, o que como foi visto anteriormente, é explicado pela forte sazonalidade presente nesses setores. No extremo oposto, as menores taxas de admissões e de desligamentos bem como de rotatividade ficaram com Fabricação de meios de transporte, seguida pela Metalúrgica básica.

                          Nos últimos quatro anos, apenas em 2004 houve aumento do emprego industrial (Tabela 9) refletindo uma significativa diferença entre a taxa de admissões (3,4%) e de desligamento (2,9%). Nesse ano, apesar do aquecimento no mercado de trabalho, a taxa de rotatividade caiu atingindo seu menor valor do período. Esse resultado é até certo ponto inesperado, pois a taxa de rotatividade tende a ter comportamento pró-cíclico na medida em que o crescimento da economia estimula a troca de empregos (desligamentos voluntários) e, portanto, a rotatividade. Novamente, convém observar que uma possível explicação para essa evolução pode estar na modernização de alguns setores e em aumentos de salários, que segundo a PIMES abrangeu quase toda a indústria, contribuindo para diminuir as trocas de emprego. Note-se que na primeira metade de 2005 (Gráfico 6) a taxa de rotatividade, com defasagem, começou a se elevar apesar do emprego já ter perdido dinamismo.

                          No período 2002-2004 a evolução do emprego esteve mais correlacionada com a taxa de admissão do que com a de desligamento – correlação de Pearson de 0,66 e de 0,59, respectivamente (significativas a 1%). Esse comportamento era esperado na medida em que no período predominou o baixo crescimento da economia e do emprego, portanto houve menos admissões do que desligamentos.

                          Confrontando-se as taxas de admissão e de desligamento, nota-se que as primeiras apresentaram maior volatilidade. Esse comportamento pode ser explicado pelo maior custo relativo dos desligamentos em relação às admissões.

                          <<20051028-13.gif|Fonte: IBGE-PIMES.
                          Nota: Emprego = pessoal ocupado, variação do índice de base fixa, sem ajuste sazonal (janeiro/ 2001 = 100)|>>

                          Fonte: IBGE-PIMES.

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