• SOBRE O IEDI
    • ESTUDOS
      • CARTA IEDI
        • ANÁLISE IEDI
          • DESTAQUE IEDI
            • IEDI NA IMPRENSA
              55 11 5505 4922

              instituto@iedi.org.br

              • HOME
              • SOBRE O IEDI
                • ESTUDOS
                  • CARTA IEDI
                    • ANÁLISE IEDI
                      • DESTAQUE IEDI
                        • IEDI NA IMPRENSA

                          Carta IEDI

                          Edição 1160
                          Publicado em: 16/09/2022

                          Um retorno precário ao crescimento

                          Sumário

                          A segunda metade de 2022 começou com a indústria voltando ao positivo. A alta de +0,6% embora não seja expressiva, como tem sido a regra em 2022, foi suficiente para compensar o declínio registrado no mês anterior (-0,3%, com ajuste). A fragilidade do resultado não se deve tanto à sua intensidade, mas sim à sua concentração tanto setorial como regional.

                          Dos 26 ramos identificados pelo IBGE, apenas 10 ampliaram sua produção física na passagem de jun/22 para jul/22, já descontados os efeitos sazonais, o que equivale a uma parcela minoritária de 38% do total. Já entre seus parques regionais, das 15 localidades acompanhadas pelo IBGE, somente 4 ficaram no azul, isto é, uma fração de 27% do total.

                          Tomados os macrossetores industriais, o desempenho positivo também foi parcial, já que metade deles ficou no vermelho. Foram os casos de bens de capital, cuja produção recuou -3,7% em jul/22, sendo que já havia caído em jun/22, e de bens de consumo duráveis, que respondeu pelo pior desempenho deste início de semestre: -7,8%.

                          Bens de consumo semi e não duráveis cresceram +1,6%, puxados principalmente pela produção de alimentos (+4,3%), que exerceu uma das maiores contribuições à expansão da indústria geral em jul/22, segundo o IBGE. Bens intermediários, a seu turno, foram o macrossetor que mais cresceu, embora a alta de +2,2% tenha vindo apenas compensar o retrocesso dos dois meses anteriores.

                          Estoques considerados insuficientes, segundo levantamento da CNI, em mai-jun/22, podem ter contribuído para a expansão industrial em jul/22, mas encerraram o mês em equilíbrio para o agregado do setor e em 55% de seus ramos foram considerados acima do planejado ou em equilíbrio. Isso retira estímulo para um crescimento mais forte no próximo mês. A utilização da capacidade instalada também pouco variou em ago/22, segundo indicador da FGV.

                          Entretanto, a contar pela evolução da confiança dos empresários industriais, seja segundo o levantamento da CNI, seja de acordo com o acompanhamento da FGV, as perspectivas são favoráveis. 

                          Em ago/22, houve reforço da confiança em ambos os indicadores, graças a avaliações mais otimistas da situação atual dos negócios: 54,1 pontos no caso da CNI para a indústria geral (o maior patamar dos últimos doze meses) e 102,8 pontos no caso da FGV para a indústria de transformação. Valores acima de 50 pontos e 100 pontos, respectivamente, sinalizam otimismo dos empresários.

                          Meses melhores seriam muito bem vindos, já que, por ora, a indústria acumula perda de -2,0% em sua produção, com 60% dos seus parques regionais e 73% de seus ramos no vermelho em jan-jul/22. A questão é superar ventos contrários que tendem a marcar o segundo semestre, como o repasse às taxas de empréstimo dos aumentos dos juros básicos pelo BC e os sinais de desaceleração da economia global, por exemplo.

                          Todos os macrossetores industriais também acumulam queda no ano até jul/22, notadamente, bens de consumo duráveis (-10,5%), seguidos de longe por bens intermediários (-1,7%) e bens de capital (-1,6%), em boa medida devido a bens de capital para a própria indústria. Bens de consumo semi e não duráveis, por sua vez, tiveram queda de -0,8%.

                           
                           

                          Resultados da Indústria

                          Em julho de 2022, a produção industrial assinalou variação de +0,6% frente ao mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, mais do que compensando o declínio de -0,3% registrado em jun/22. Com isso, foi retomada a sequência de variações positivas que marca a maioria dos meses do presente ano.

                          Entretanto, o setor continuou abaixo do patamar pré-pandemia: -0,8% ante fev/20, livre de efeitos sazonais. Após as oscilações recentes, a produção física da indústria geral está praticamente no mesmo ponto em que se encontrava em dez/21 (+0,3%).

                           

                          Em comparação com os dados do mesmo mês do ano anterior, jul/22 não conseguiu trazer a indústria de volta para região positiva, ao registrar -0,5%, mesmo patamar de declínio do mês anterior nesta série. Desde abr/22, a indústria oscila em torno da estabilidade na comparação com um ano atrás. Vale observar, porém, a existência de um efeito calendário negativo no mês de jul/22, já que teve um dia útil a menos do que jul/21 (21 ante 22 dias).

                          No período entre jan-jul/22, isto é, no agregado dos sete primeiros meses deste ano, a indústria acumulou declínio de -2,0% e nos últimos 12 meses, intensificou a queda para -3,0%, sendo a quarta variação negativa consecutiva nesta base de comparação. 

                          O aspecto favorável na comparação interanual é que, pelo menos, a gravidade do quadro não se intensificou, com o 2º trim/22 registrando -0,4% e jul/22 -0,5%, sempre em relação ao mesmo período do ano anterior. 

                           

                          Em relação às grandes categorias industriais, na comparação de jul/22 ante jun/22, na série com ajuste sazonal, houve variação negativa em 2 dos 4 macrossetores industriais. Bens de capital recuaram -3,7%, sua segunda taxa negativa consecutiva (-1,9% em jun/22), após meses de forte oscilação. Os bens de consumo duráveis, por sua vez, foram os que mais caíram nesta comparação: -7,8%, anulando integralmente a alta de jun/22 (+6,0%). 

                          O macrossetor de bens de consumo semi e não duráveis (+1,6%) retomou sua trajetória de aumento de produção, após a interrupção de jun/22 (-0,9%). Bens intermediários não ficaram muito longe desta evolução, mas foi o suficiente para colocá-los na primeira posição em jul/22, com uma alta de +2,2%, mas que mal compensou o recuo do bimestre anterior (-1,1% tanto em mai/22 como em jun/22).

                           

                          Metade dos macrossetores industriais segue em patamares de produção inferiores ao pré-pandemia, isto é, abaixo de fev/20. Os casos negativos referem-se a bens de consumo, mais diretamente impactados pelo desemprego ainda elevado no país e pela corrosão do poder de compra da população pela inflação. 

                          Bens de consumo semi e não duráveis ficaram 4,9% aquém de fev/20 e bens de consumo duráveis em patamar 22,7% inferior. Bens de capital superam o pré-pandemia em 8,6% e bens intermediário em 2,9%.

                          Frente ao mesmo mês do ano anterior (jul/21), apenas um dos macrossetores ficou na zona positiva: bens de consumo semi e não duráveis, com crescimento de mero +0,8%. Bens intermediários ficaram estagnados (0%), enquanto bens de capital (-5,8%) e bens de consumo duráveis (-0,8%) perderam produção.

                           

                          No acumulado de jan-jul/22, frente ao mesmo período do ano anterior, enquanto a indústria geral registrou -2,0%, bens de capital e bens de consumo semi e não duráveis conseguiram cair menos, apresentando variações de -1,6% e -0,8%, respectivamente. Para bens de capital, este desempenho implica uma mudança drástica de direção, já que em jan-jul/21 acumulava alta de +43,1%. A involução deveu-se muito a bens de capital para a própria indústria. Neste mesmo período do ano passado bens de consumo semi e não duráveis também estavam no positivo (+4,5%).

                           

                          Bens intermediários, a seu turno, tiveram sua produção reduzida em -1,7% no acumulado jan-jul/22, quadro também bastante distinto de jan-jul/21, quando se expandiam a um ritmo de +9,1%. O pior resultado, porém, coube a bens de consumo semi e não duráveis, com perda de -10,2%, depois de terem crescido +27,8% em igual acumulado de 2021.

                          Já no acumulado nos doze últimos meses, com a quarta variação negativa, algo que não ocorria desde meados de 2021 para o agregado da indústria geral, apenas bens de capital se mantiveram em crescimento, com +3,7%, ainda que este desempenho positivo venha se reduzindo rapidamente (era +20,9% em mar/22). Bens de consumo duráveis também nesta comparação tiveram a maior queda, com -15,4%, seguidos de longe por bens de consumo semi e não duráveis (-3,2%) e bens intermediários (-2,6%).

                          Por dentro da Indústria de Transformação

                          A variação de +0,6% da produção industrial geral em jul/22 frente a jun/22, na série livre dos efeitos sazonais, foi acompanhada de variação de +0,4% na indústria de transformação e de +2,1% no ramo extrativo. Dessa forma, a indústria de transformação ainda se encontra 0,4% abaixo do nível de produção pré-pandemia, isto é, de fev/20, enquanto o ramo extrativo está 0,6% abaixo deste patamar.

                          Em relação a jul/21, enquanto a indústria geral recuou -0,5%, o desempenho da indústria de transformação apontou para um quadro de estabilidade, registrando 0%. O ramo extrativo, por sua vez, não escapou de um revés, apresentando variação de -3,8% frente ao mesmo mês do ano passado.

                           

                          Frente a jun/22, na série com ajuste sazonal, o resultado de +0,6% da indústria geral teve influência positiva de 10 dos 26 ramos pesquisados pelo IBGE. Entre eles, as contribuições mais importantes foram assinaladas por produtos alimentícios (+4,3%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+2,0%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+10,0%), metalurgia (+2,0%), celulose, papel e produtos de papel (+2,1%) e outros equipamentos de transporte (+5,0%), além do setor extrativo (+2,1%).

                          Em sentido oposto, entre as atividades que tiveram retração da produção na passagem de jun/22 para jul/22, estão: máquinas e equipamentos (-10,4%), outros produtos químicos (-9,0%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,7%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-7,8%), produtos de metal (-3,9%), couro, artigos para viagem e calçados (-5,6%), produtos de madeira (-7,2%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,1%), entre outros.

                           

                          Na comparação com igual mês do ano anterior, em que a indústria geral apresentou retrocesso de -0,5% na produção em jul/22, variações negativas marcaram o desempenho de 16 dos 26 ramos, 47 dos 79 grupos e 56,0% dos 805 produtos pesquisados. Vale lembrar que julho de 2022 (21 dias) teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (22). 

                           

                          As maiores influências negativas nesta comparação interanual vieram das seguintes atividades da indústria de transformação: outros produtos químicos (-9,9%), máquinas e equipamentos (-9,3%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-13,0%), produtos de metal (-9,2%), minerais não metálicos (-4,8%), produtos de madeira (-13,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-7,7%) e metalurgia (-2,7%), entre outros.

                          Já entre as contribuições positivas, destacaram-se: coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+8,6%), produtos alimentícios (+4,3%), bebidas (+12,7%), celulose, papel e produtos de papel (+10,3%), veículos automotores, reboques e carrocerias (+2,0%), couro, artigos para viagem e calçados (+6,7%) e outros equipamentos de transporte (+7,9%).

                           

                          Utilização de Capacidade

                          Em jul/22, a utilização da capacidade instalada da indústria de transformação, de acordo com a série da FGV com ajustes sazonais, progrediu de 81,4% em jun/22 para 82,3%, ficando acima da média histórica anterior à Covid-19 (79,5%). Em ago/22 este indicador praticamente não variou, ficando em 82,2%.

                           

                          O indicador da CNI, também com ajuste sazonal, vem se mantendo em patamar muito semelhante desde jan/22, apontando para a relativa estagnação do setor. De jun/22 para jul/22, variou de 80,3% para 80,1%. Assim, o indicador encontra-se pouco abaixo da média histórica anterior à pandemia de Covid-19 (isto é, até fev/20), que é de 80,7%.

                          Estoques

                          De acordo com os dados da Sondagem Industrial da CNI, o indicador da evolução dos estoques de produtos finais da indústria total, após ter ficado abaixo do nível de equilíbrio em mai-jun/22, voltou a superar a marca dos 50 pontos em jul/22, ficando em 50,6 pontos. Por estar muito próximo deste patamar, sinaliza relativo equilíbrio dos estoques. 

                          No caso do segmento da indústria de transformação, o indicador da CNI também registrou 50,6 pontos (+1,6 ponto frente a jun/22), apontando ampliação dos estoques, embora próximo da linha de estabilidade (50 pontos). A indústria extrativa também registrou aumento, ficando em 52,1 pontos (+4,6 pontos ante jun/22).

                          Para a indústria geral, o indicador de satisfação dos estoques ficou em 50,1 pontos, sinalizando estoques no nível do planejado, em jul/22, após um período de estoques baixos em mai-jun/22. Vale lembrar que a marca de equilíbrio é dada pelo valor de 50 pontos, acima da qual há excesso de estoques e abaixo dela, estoques menores do que o desejado. No caso do setor extrativo e no caso da indústria de transformação, o indicador de satisfação registrou 51,9 pontos e 50,1 pontos, respectivamente.

                          Depois de praticamente todos os ramos industriais apresentarem estoques menores do que o planejado (abaixo de 50 pontos) em dez/20 (96% do total), em dez/21 a insatisfação quando ao nível dos estoques ocorreu em 58% dos setores e, em jul/22, em 48% do total de ramos, o que equivale a 12 dos 25 ramos acompanhados pela CNI com índices abaixo dos 50 pontos. 

                          Entre os ramos iguais ou acima de 50 pontos em jul/22 destacam-se: móveis (57,9 pontos), couros (53,8 pontos) e limpeza e perfumaria (52,8 pontos), entre outros. Ficaram abaixo e mais distantes do equilíbrio os seguintes ramos: bebidas (46,2 pontos), químicos (46,2 pontos) e papel e celulose (46,6 pontos).

                           

                          Confiança e Expectativas

                          O Índice de Confiança do Empresário da Indústria de Transformação da CNI registrou 57,6 pontos em jul/22 e progrediu para 59,8 pontos em ago/22, o patamar mais elevado do ano. Por ter ficado acima de 50 pontos neste período, o indicador aponta otimismo dos empresários do setor, reaproximando-se dos níveis registrados na entrada do segundo semestre de 2021, quando superou a marca de 60 pontos por seguidos meses. 

                          Na passagem de jul/22 para ago/22, o componente referente às expectativas em relação ao futuro subiu de 61,0 pontos para 62,7 pontos, reforçando o quadro de otimismo. Já o componente que capta a percepção dos empresários quanto à evolução presente dos negócios não só permaneceu igualmente na região de otimismo, como avançou de 50,7 pontos para 54,1 pontos, a maior marca desde ago/21. Isso traz boas perspectivas para o desempenho do setor no 3º trim/22.

                           

                          O Índice de Confiança da Indústria de Transformação (ICI) da FGV também apontou para melhora da confiança em ago/22, passando de 99,5 pontos em jul/22 para 100,3 pontos. Vale lembrar que no caso deste indicador valores acima de 100 pontos indicam um quadro de otimismo e abaixo deste patamar, pessimismo dos empresários.

                          O resultado de ago/22 foi influenciado por seus dois componentes, mas principalmente pelas avaliações da situação corrente, cujo indicador passou de 101,4 pontos em jul/22 para 102,8 pontos. As perspectivas em relação ao futuro, por sua vez, passaram de 97,6 pontos em jul/22 para 97,9 pontos em ago/22, não atingindo a região de otimismo (acima de 100 pontos). 

                           

                          Outro indicador frequentemente utilizado para se avaliar a perspectiva do dinamismo da indústria é o Purchasing Managers’ Index – PMI Manufacturing, calculado pela consultoria Markit Financial Information Services. Em ago/22 ficou em 51,9 pontos, depois de permanecer relativamente estável no patamar de 54 pontos em mai-jul/22. Como ficou acima da marca dos 50 pontos, indica melhora do quadro de negócios do setor, embora tenha recuado -2,1 pontos em relação a jul/22.

                           

                          Anexo Estatístico 

                          Mais Informações

                          Tabela: Produção Física - Subsetores Industriais

                          Variação % em Relação ao Mesmo Mês do Ano Anterior (clique aqui)

                           
                           
                          IMPRIMIR
                          BAIXAR

                          Compartilhe

                          Veja mais

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1354 - A balança comercial em 2025, o tarifaço dos EUA e perspectivas do Acordo Mercosul-UE
                          Publicado em: 30/03/2026

                          Em 2025, dois temas marcaram o comércio exterior brasileiro: a imposição de tarifas pelos EUA, que não impediu que aumentássemos exportações, e a assinatura do acordo Mercosul-UE, um importante avanço que reforça a necessidade da agenda de competitividade para o Brasil.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1353 - Redução de jornada de trabalho: entre anseios e possibilidade
                          Publicado em: 27/03/2026

                          Descuido do Brasil na criação de condições para uma trajetória superior da produtividade impõe ônus para atender os anseios populares de redução da jornada de trabalho.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1352 - Ambição industrial europeia: um novo capítulo com o Industrial Accelerator Act 2026
                          Publicado em: 20/03/2026

                          A Lei de Aceleração Industrial da União Europeia, divulgada em março, dá musculatura à política industrial europeia, reforçando o vínculo entre a indústria e as ações de descarbonização e o apoio à inovação.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1351 - A indústria em jan/26: reação, mas com fragilidades
                          Publicado em: 16/03/2026

                          Para a indústria nacional, 2026 começou com aumento de produção com razoável intensidade, mas mesmo assim não suficiente para anular integralmente as adversidades do final de 2025. 

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1350 - Juros altos e restrições ao financiamento corporativo em 2025
                          Publicado em: 13/03/2026

                          Em 2025, as condições de financiamento do setor privado no Brasil se deterioraram na esteira da elevação da Selic, ocasionando menor expansão do crédito bancário às empresas e redução das emissões de títulos de dívida corporativa.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1349 - Perdendo fôlego: o quadro indústria do Brasil em 2025 por intensidade tecnológica
                          Publicado em: 06/03/2026

                          Ao longo de 2025, à exceção da alta tecnologia, todas as demais faixas da indústria de transformação apontaram redução de atividade, com duas delas terminando o ano no vermelho.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1348 - A desaceleração industrial de 2025
                          Publicado em: 20/02/2026

                          2025 terminou com a indústria brasileira de volta ao vermelho no último trimestre, freada sobretudo pelos ramos de bens de capital e de consumo duráveis, refletindo claramente o peso da conjuntura de elevadas taxas de juros sobre o setor.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1347 - Avanço exportador, mas piora da balança da indústria em 2025
                          Publicado em: 13/02/2026

                          A despeito do tarifaço americano, nossas exportações de bens industriais voltaram a crescer em 2025, mas sem compensar o avanço das importações, que marcou sobretudo os produtos de maior intensidade tecnológica.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1346 - Megatendências globais e a importância da indústria na superação dos desafios
                          Publicado em: 06/02/2026

                          A UNIDO aborda os desafios e oportunidades que se apresentam aos países em desenvolvimento no contexto de cinco megatendências que estão remodelando a indústria global.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1345 - Expansão industrial no Mundo e desaceleração no Brasil
                          Publicado em: 22/01/2026

                          Os últimos dados divulgados pela UNIDO apontam nova expansão da indústria manufatureira mundial no 3º trim/25, com leve sinal de acomodação, vindo da Ásia e da América Latina.

                          INSTITUCIONAL

                          Quem somos

                          Conselho

                          Missão

                          Visão

                          CONTEÚDO

                          Estudos

                          Carta IEDI

                          Análise IEDI

                          CONTATO

                          55 11 5505 4922

                          instituto@iedi.org.br

                          Av. Pedroso de Morais, nº 103
                          conj. 223 - Pinheiros
                          São Paulo, SP - Brasil
                          CEP 05419-000

                          © Copyright 2017 Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. Todos os direitos reservados.

                          © Copyright 2017 Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.
                          Todos os direitos reservados.