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                          Carta IEDI

                          Edição 1343
                          Publicado em: 22/12/2025

                          Obstáculos ao crescimento industrial

                          Sumário

                          A indústria brasileira caminha para encerrar 2025 quase sem crescimento. O resultado dos dez primeiros meses do ano, de acordo com a última divulgação do IBGE, indica um nível de atividade industrial de apenas ¼ do que era em igual acumulado em 2024: +0,8% contra +3,4%. Com isso, seguimos mantendo uma importante defasagem (-12%) em relação ao momento anterior à crise de 2014-2016.

                          O elevado patamar de taxas de juros no país permanece como um obstáculo de grande proporção à produção e aos investimentos no setor, que, ademais, também vem enfrentando as mudanças no comércio global, restringindo mercados externos, como no caso do tarifaço dos EUA, e ampliando a concorrência com importados no mercado interno.

                          A parcela da indústria com mercados mais sensíveis aos juros concentra, portanto, a perda de dinamismo. Se tomarmos como ponto de comparação set/24, quando o COPOM decidiu realizar a primeira elevação da taxa Selic no ciclo atual da política monetária, o agregado de ramos industriais mais vulneráveis ao aumento de juros encontra-se em um patamar de produção 2,2% inferior em out/25, já descontados os efeitos sazonais.

                          No total da indústria geral, esta mesma comparação indica um patamar de produção virtualmente estagnado (-0,1%), o que só foi possível graças à manutenção da expansão dos ramos industriais menos sensíveis a juros, cuja produção em out/25 estava 1,7% acima daquela de set/24.

                          Vale enfatizar mais uma vez que esta conjuntura, que gera um custo de capital elevado, não apenas compromete o volume de negócios do setor industrial, mas também joga contra o anseio do país por modernização de sua estrutura produtiva. A viabilização do investimento é um caminho incontornável para termos uma indústria mais produtiva, mais verde e mais competitiva.

                          Quanto ao desempenho especificamente de out/25, a produção industrial variou tão somente +0,1% na comparação com o mês anterior e já descontados os efeitos sazonais. Com isso, dos 10 meses já cobertos pelas estatísticas do IBGE, o resultado do setor foi igual ou menor do que +0,1% em 8 deles. Ou seja, um ano em que a regra foi ficar estagnado.

                          Em geral, quem tem evitado um quadro mais fraco é o ramo extrativo, cujas atividades são menos diretamente impactadas pela alta dos juros, menos dependentes do mercado interno e que muitas vezes têm uma dinâmica influenciada por aspectos técnicos de exploração das jazidas. Agora em out/25, por exemplo, enquanto este ramo expandiu sua produção em +3,6%, a indústria de transformação encolheu -0,6%, com mais da metade de seus ramos sem crescimento.

                          Em contraste com o mesmo período do ano passado, a indústria geral caiu -0,5%, puxada igualmente pela indústria de transformação, com -2,2%, não totalmente compensada pela alta de +10,2% da indústria extrativa.

                          Entre os macrossetores, bens de capital registrou seu quinto resultado negativo consecutivo (-2,9% ante abr/24) e semi e não duráveis (-1,6%), seu sétimo mês de retrocesso. Bens intermediários acusaram -0,1% na comparação interanual e -0,8% no contraste com set/25, com ajuste sazonal.

                          Bens de consumo durável, embora não tenham escapado dos efeitos de taxas de juros mais altas, implicando uma trajetória mensal mais errática, vêm conseguindo preservar o sinal positivo. Frente a out/24, sua produção cresceu +0,4% e em relação a set/25, +2,7%, anulando a queda anterior.

                          A tendência trimestral para esta parcela da indústria, contudo, não deixa dúvida do processo de desaceleração. Entre ago/24 e mar/25, apresentou taxas interanuais de crescimento de dois dígitos e desde ago/25, entrou em terreno negativo. No trimestre findo em out/25, houve declínio de -0,3%.

                          Resultados da Indústria

                          A produção industrial brasileira apresentou relativa estabilidade (+0,1%) no mês de out/25, frente ao resultado de set/25 na série com ajuste sazonal, após apontar perda de -0,4% no mês anterior e crescimento de +0,7% em ago/25.

                           

                          Frente a out/24, na série sem ajuste sazonal, o total da indústria apontou variação negativa de -0,5%, após avanço de +2,0% em set/25. Vale citar que out/25 (23 dias) teve o mesmo número de dias úteis que igual mês do ano anterior.

                           

                          No acumulado do período de jan-out/25 em comparação ao mesmo período de 2024, o índice da produção da indústria cresceu de +0,8%. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, cresceu +0,9% em out/25. Embora tenha registrado mais uma taxa positiva, prosseguiu com perda de ritmo frente aos resultados dos meses anteriores.

                          A variação de +0,1% da atividade industrial na passagem de set/25 para out/25 na série com ajuste sazonal foi impulsionado pelos resultados positivos em três dos quatro macrossetores. Bens de consumo duráveis avançou +2,7%, sendo a taxa positiva mais elevada do mês, eliminando o recuo de -1,3% verificado no mês anterior. 

                          Bens de capital (+1,0%) e bens de consumo semi e não duráveis (+1,0%) também mostraram avanços nesse mês. Por outro lado, o segmento de bens intermediários (-0,8%) mostrou o único resultado negativo em out/25, e intensificou a perda de -0,4% verificada no mês anterior.

                          Na comparação mês/mesmo mês do ano anterior, o decréscimo de -0,5% da indústria total em out/25 foi puxado por três dos quatro macrossetores: bens de capital (-2,9%), bens de consumo semi e não duráveis (-1,6%) e bens intermediários (-0,1%). Por outro lado, o segmento de bens de consumo duráveis (+0,4%) apontou a única taxa positiva em out/25.

                          Os bens de capital recuaram -2,9% em out/25 frente a igual período do ano anterior, quinta taxa negativa consecutiva neste tipo de comparação. O segmento foi influenciado pelos recuos observados nos grupamentos de bens de capital para equipamentos de transporte (-15,4%), bens de capital para energia elétrica (-3,9%), para construção (-6,8%) e para fins industriais (-0,9%). Por outro lado, os subsetores de bens de capital agrícolas (+15,6%) e de uso misto (+1,9%) assinalaram os impactos positivos.

                           

                          O macrossetor produtor de bens de consumo semi e não duráveis recuou -1,6% em out/25 frente a out/24, sétimo mês consecutivo de queda na produção. O desempenho foi explicado pelo recuo observado no grupamento de carburantes (-10,9%), não duráveis (-5,2%) e de semiduráveis (-4,7%). O principal impacto positivo foi assinalado pelo subsetor de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (+5,2%), seguido por alimentos e bebidas básicos para consumo doméstico (+15,2%).

                          Ainda na comparação com out/24, os bens intermediários assinalaram -0,1%, interrompendo sete meses consecutivos de taxas positivas. O resultado desse mês veio dos recuos nos produtos associados às atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-10,6%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,6%), produtos de metal (-6,2%), produtos químicos (-1,6%), metalurgia (-1,1%) e produtos de minerais não metálicos (-1,1%), entre outros. As pressões positivas foram registradas por indústrias extrativas (+10,1%), produtos alimentícios (+2,1%), produtos têxteis (+8,0%) e máquinas e equipamentos (+0,7%). 

                          O setor de bens de consumo duráveis cresceu +0,4% em out/25 frente a igual período do ano anterior, após registrar alta de +3,1% em setembro. Nesse mês, o setor foi impulsionado pela maior fabricação de eletrodomésticos da “linha marrom” (+37,5%) e por motocicletas (+23,8%). Os principais impactos negativos foram assinalados por automóveis (-2,3%), eletrodomésticos da “linha branca” (-6,4%), grupamentos de móveis (-5,7%) e de outros eletrodomésticos (-1,0%).

                           

                          Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os dez primeiros meses de 2025 mostrou maior dinamismo para os segmentos de bens de consumo duráveis (+3,9%) e de bens intermediários (+2,1%), impulsionados, em grande medida, pela maior produção de automóveis (+4,6%) e eletrodomésticos da “linha marrom” (+5,0%), no primeiro; e de óleos brutos de petróleo, no segundo. Por outro lado, o segmento de bens de consumo semi e não duráveis, ao recuar -2,5%, seguido pelo setor produtor de bens de capital (-0,6%).

                          Por dentro da Indústria de Transformação

                          A produção do total da indústria brasileira assinalou variação quase nula (+0,1%) em out/25 frente a set/25 na série livre dos efeitos sazonais. Neste mês, a indústria de transformação recuou -0,6% nesta comparação, enquanto a produção da indústria extrativa avançou +3,6%. 

                          Na comparação com out/24, a queda de -0,5% da indústria geral foi puxada pela indústria de transformação, que teve queda de -2,2%, sendo que a indústria extrativa apontou alta significativa de +10,1%. No acumulado de 2025 até outubro, o resultado de +0,8% na indústria geral, deveu-se pelo desempenho da indústria de transformação (+0,2%), e pelo ramo extrativo em maior medida (+4,7%).

                           

                          No resultado frente a set/25, com ajuste sazonal, 12 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram expansão na produção. Entre as atividades da indústria de transformação podemos destacar os setores produtores de produtos alimentícios (+0,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (+2,0%), produtos químicos (+1,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+4,1%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (+3,8%). 

                          Em contraste, as demais atividades que mostraram recuo: de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,9%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-10,8%) exerceram os principais impactos na média da indústria seguidas por impressão e reprodução de gravações (-28,6%) e produtos do fumo (-19,5%).

                          Na comparação com mesmo mês de 2024, o setor industrial assinalou variação de -0,5% em out/25, com resultados negativos em 15 dos 25 ramos, 53 dos 80 grupos e 53,0% dos 789 produtos pesquisados.

                          Entre as atividades, as principais influências negativas na indústria de transformação foram registradas pelos setores produtores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-10,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,4%). Vale destacar também as contribuições negativas registradas pelos setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,3%), produtos de metal (-5,9%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,3%), impressão e reprodução de gravações (-18,7%), produtos de madeira (-10,7%), produtos químicos (-1,0%) e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-4,3%).

                          Ainda na comparação com out/24, entre as atividades que apontaram expansão na produção, produtos alimentícios (+5,3%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria de transformação, seguida pelos ramos de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (+10,1%), outros equipamentos de transporte (+8,3%), máquinas e equipamentos (+2,7%) e de produtos têxteis (+5,9%).

                          No índice acumulado para jan-out/25, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial assinalou +0,8%, com resultados positivos em 14 dos 25 ramos, 43 dos 80 grupos e 51,5% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as principais influências positivas na indústria de transformação foram registradas máquinas e equipamentos (+6,0%), produtos alimentícios (+1,0%), produtos químicos (+2,0%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (+9,4%), produtos têxteis (+10,3%), metalurgia (+2,3%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (+1,6%). 

                          Já entre as atividades que apontaram redução na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,9%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria, pressionada, principalmente, pela menor produção de álcool etílico.

                           

                          Utilização de Capacidade

                          A utilização da capacidade instalada da indústria de transformação, de acordo com a série da FGV com ajustes sazonais, recuou -0,7 p.p. na passagem de set/25 para out/25, ficando em 81,9%. Em nov/25, a capacidade instalada apresentou nova queda, agora de -2,2 p.p., ficando em 79,7%.

                           

                          De acordo com os dados da CNI, a utilização da capacidade instalada ficou praticamente estável (+0,1 p.p.) entre setembro e outubro de 2025 (78,4%), considerando os dados livres de efeitos sazonais. Na comparação entre out/24 e out/25, essa variável registrou decréscimo de -0,9 ponto percentual.

                           

                          Estoques

                          De acordo com os dados da Sondagem Industrial da CNI, o indicador da evolução dos estoques de produtos da indústria total ficou em 50,3 pontos em out/25, recuando -0,5 ponto frente a set/25. No caso do segmento da indústria de transformação, o indicador da CNI foi de 50,9 pontos em set/25 para 50,4 pontos em out/25. A indústria extrativa, por sua vez, ficou estável em relação aos níveis dos estoques (49,0 pontos) no mesmo período.

                          Para a indústria geral, o indicador de satisfação dos estoques foi de 50,7 pontos em set/25 para 50,2 pontos em out/25, mas ainda sinalizando que os estoques estão maiores que o desejado. Cabe lembrar que o nível de equilíbrio é de 50,0 pontos, visto que acima desse valor há excesso de estoques e abaixo dele, estoques menores do que o desejado. No caso do setor extrativo e no caso da indústria de transformação, o indicador de satisfação registrou 51,6 pontos e 50,2 pontos, respectivamente.

                          Em out/25, 40% dos ramos industriais apresentaram estoques maiores do que o planejado (acima de 50 pontos), inferior ao mês anterior (44,0%). Entre os ramos acima de 50 pontos em out/25 destacaram-se: têxteis (59,1 pontos), calçados (58,8 pontos), farmacêuticos (58,3 pontos), manutenção e reparação (55 pontos), limpeza e perfumaria (54,8 pontos), biocombustíveis (53,3 pontos), veículos automotores (51,8 pontos), alimentos (51,2 pontos), químicos (50,9 pontos) e produtos de metal (50,3 pontos). 

                          Por outro lado, ficaram abaixo e mais distantes do equilíbrio os seguintes ramos: bebidas (39,7 pontos), borracha (41,2 pontos), impressão e reprodução (42,9 pontos), metalurgia (44,4 pontos), material plástico (45,5 pontos) e minerais não metálicos (45,7 pontos). 

                           

                          Confiança e Expectativas

                          O Índice de Confiança do Empresário da Indústria de Transformação da CNI registrou 48,3 pontos em nov/25, crescendo 0,7 p.p. frente a out/25. Na passagem de out/25 para nov/25, o componente referente às expectativas em relação ao futuro foi de 49,8 para 50,6 pontos, voltado para a zona de otimismo. O componente que capta a percepção dos empresários quanto à evolução presente dos negócios, por sua vez, cresceu +2,2 p.p., porém manteve-se na região pessimista (45,2 pontos).

                           

                          O Índice de Confiança da Indústria de Transformação (ICI) da FGV decresceu -0,7 p.p na passagem de out/25 para nov/25, registrando 89,1 pontos, ficando ainda na região de pessimismo, ou seja, abaixo de 100 pontos.

                          O resultado de nov/25 foi influenciado pela queda do seu componente referente às avaliações atuais, que passou de 94,2 pontos para 89,6 pontos em nov/25, e do índice das expectativas futuras, que foi de 85,4 pontos para 88,8 pontos.

                          Outro indicador utilizado para avaliar a perspectiva do dinamismo da indústria é o Purchasing Managers’ Index – PMI Manufacturing, calculado pela consultoria Markit Financial Information Services. Em out/25, ficou em 48,2 pontos, avançando para 48,8 pontos em nov/25, indicando um quadro menos adverso. Apesar disso, ao ficar abaixo dos 50 pontos, continuou indicando piora dos negócios.

                           

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