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                          Análise IEDI

                          Emprego
                          Publicado em: 31/10/2024

                          Aumento do emprego, principalmente na indústria

                          A taxa de desemprego do Brasil atingiu, no 3º trim/24, seu patamar mais baixo desde que o IBGE começou a divulgar a Pnad contínua em 2012, ficando em 6,4%. Isso significa que nos últimos três anos, conseguimos reduzi-la pela metade, já que no 3º trim/21 estava em 12,6%.

                          Cabe lembrar que por um longo período, que foi de 2016 a 2021, ou seja, por seis anos seguidos, convivemos um uma taxa de desemprego de dois dígitos, resultado da grave crise econômica de 2015/2016 e do choque provocado pela pandemia de Covid-19.

                          Em 2024, o número de ocupados tem crescido sistematicamente e a um ritmo que vem ganhando robustez: +2,4% no 1º trim/24; +3,0% no 2º trim/24 e +3,2% no 3º trim/24, sempre em relação ao mesmo período do ano anterior. Esta evolução foi fundamental para a queda da taxa de desemprego.

                          Ao todo, foram 3,2 milhões a mais de ocupados em jul-set/24 em relação ao ano passado e foi a indústria o setor que mais contribuiu para esta ampliação. O aumento do número de ocupados no setor chegou a 651 mil no período, correspondendo por 20% do total.

                          A indústria também se destacou no 3º trim/24 por ter sido um dos setores em que a ocupação mais ganhou velocidade, passando de uma alta de +1,3% no 2º trim/24 para +5,2% no 3º trim/24, enquanto importantes atividades de serviços desaceleraram, como mostram as variações interanuais a seguir.

                               •  Ocupação total: +2,4% no 1º trim/24; +3,0% no 2º trim/24 e +3,2% no 3º trim/24;

                               •  Ocupação na indústria: +2,5%; +1,3% e +5,2%, respectivamente;

                               •  Ocupação no comércio: +0,5%; +2,4% e +3,3%;

                               •  Ocupação em transporte: +6,0%; +7,5% e +4,6%;

                               •  Ocupação em serviços de alojamento e alimentação: +1,7%; +0,3% e 0%;

                               •  Ocupação em serviços de info. e comun., financeiros, profissionais etc.: +5,5%; +7,5% e +5,1%, respectivamente.

                          A indústria ao ampliar mais fortemente suas vagas e por ser um setor predominantemente formalizado, ajudou a expandir os postos com carteira de trabalho (+4,3% ante o 3º trim/23), que seguiu com um ritmo superior ao total da ocupação (+3,2%).

                          Outro setor que também se destacou por aumentar mais sua ocupação foi o comércio (+3,3% ou +616 mil ocupados), indicando a importância do dinamismo da produção e comercialização de bens para a redução do desemprego no país na virada do semestre. Como muitos destes bens são duráveis, é possível que a nova fase de aumento das taxas de juros pelo Banco Central venha a retirar força deste movimento.

                          Em sentido oposto, o número de ocupados em serviços de alojamento e alimentação ficou estável (0%) no 3º trim/24 ante o 3º trim/23 e cresceu menos nos casos dos serviços de transporte (+4,6% ou +250 mil ocupados) e de informação, comunicação, financeiros, profissionais e imobiliários (+5,1% ou +639 mil ocupados). 

                          A construção também ampliou menos vagas no 3º trim/24 (+3,9%) do que no 2º trim/24 (+4,9%), enquanto o setor de administração pública, defesa e serviços sociais apresentaram um ritmo resiliente de crescimento (+3,2% no 1º trim/24; +3,8% no 2º trim/24 e +3,5% no 3º trim/24).

                          Entre os serviços com um dinamismo mais forte em jul-set/24 encontram-se aqueles onde a presença de informalidade costuma ser elevada: a ocupação em serviços domésticos acelerou de +0,1% no 2º trim/24 para +1,4% no 3º trim/24 (ou +82 mil ocupados) e aquela em outros serviços, que reúne uma variedade grande de serviços pessoais, passou de +5,6% para +8,4% (ou +439 mil) no período.

                          Conforme dados da PNAD Contínua Mensal divulgados hoje pelo IBGE, a taxa de desocupação registrou 6,4% no trimestre compreendido entre julho e setembro de 2024. Em relação ao trimestre imediatamente anterior (jun-jul-ago/24) houve recuo de 0,5 p.p. e, para o mesmo trimestre do ano passado, verificou-se variação negativa de 1,3 p.p., quando registrou 7,7%.

                          O rendimento real médio de todos os trabalhos habitualmente recebidos registrou R$ 3.228,00, apresentando variação de 0,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior (jun-jul-ago/24), já frente ao mesmo trimestre de referência do ano passado, houve aumento de 5,0%.

                          A massa de rendimentos reais de todos os trabalhos habitualmente recebidos atingiu R$ 327,7 milhões no trimestre que se encerrou em agosto, registrando crescimento de 0,8% frente ao trimestre imediatamente anterior (jun-jul-ago/24) e variação positiva de 7,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (R$ 298,2 milhões).

                          No trimestre de referência a população ocupada registrou 103 milhões de pessoas, apresentando variação positiva de 1,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior e incremento de 3,2% frente ao mesmo trimestre do ano passado (99,8 milhões de pessoas ocupadas).

                          Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o número de desocupados aferiu queda de 7,2%, com 7 milhões de pessoas. Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, observou-se variação negativa de 15,8%. Em relação a força de trabalho, computou-se neste trimestre 110 milhões de pessoas, representando crescimento de 0,6% frente ao trimestre imediatamente anterior e variação positiva de 1,7% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (108,1 milhões de pessoas).

                          Na análise referente ao mesmo trimestre do ano anterior, dos agrupamentos analisados, as variações foram: outros serviços (8,4%), indústria (5,2%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (5,1%), transporte, armazenagem e correios (4,6%), construção (3,9%), administração pública, defesa, seguridade, educação, saúde humana e serviços sociais (3,5%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,3%), serviços domésticos (1,4%) alojamento e alimentação (0,0%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-4,7%).

                          Por fim, analisando a população ocupada por posição na ocupação, comparados ao mesmo trimestre do ano passado, registraram-se as seguintes mudanças percentuais nas categorias analisadas: trabalho privado sem carteira (8,1%), setor público (4,6%), trabalho privado com carteira (4,3%), empregador (2,1%), trabalho doméstico (1,4%), trabalhador por conta própria (-0,3%) e trabalho familiar auxiliar (-9,1%).

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                          O ano de 2025 terminou com a indústria de volta ao vermelho, freada pelos ramos produtores de bens de capital e de consumo duráveis, mais sensíveis às elevadas taxas de juros.

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                          Em nov/25, o desempenho industrial do país não trouxe novidades: manteve o quadro de estagnação e a maioria de seus ramos reduziu produção.

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                          No 3º trim/25, teve continuidade a desaceleração do PIB brasileiro, com o consumo das famílias ficando praticamente estagnado, assim como o setor de serviços.

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                          Na conjuntura atual de elevadas taxas de juros, os avanços industriais tendem a ser pontuais, como indica o resultado de set/25, que anulou maior parte da expansão de ago/25.

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                          Em ago/25, a produção industrial voltou a crescer, mas este resultado pode vir a ser pontual, como foi o de mar/25; por isso deve ser visto com cautela.

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                          Para a indústria, o segundo semestre de 2025 começou reproduzindo o mesmo padrão de desaceleração que vínhamos verificando desde a virada do ano.

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